terça-feira, 20 de abril de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Apresentações finais da disciplina Ecopedagogia
Porta aberta na casa da Dri...
Domingo dia 11 de abril o grupo que iniciou a proposta desse blog, se reuniu para acordos e preparativos para apresentação do trabalho "arte e educação para o futuro" na disciplina Ecopedagogia.
A tarde boa de sorrisos, conversas e busca de consenso adentrou a noite.
Agradecemos à Adriana que abriu a porta de seu lindo apartamento, todo de cores e detalhes que manifestavam o cuidado, capricho e a arte que nossa querida parceira transpira.
A tarde boa de sorrisos, conversas e busca de consenso adentrou a noite.
Agradecemos à Adriana que abriu a porta de seu lindo apartamento, todo de cores e detalhes que manifestavam o cuidado, capricho e a arte que nossa querida parceira transpira.
Além da nutrição que um bom encontro promove em nós, tivemos também uma mesa cheia de delicias, feitas no gesto da generosidade do compartilhar e alegrar.
Momento de celebrar a comensalidade " Comensalidade significa comer e beber juntos ao redor da mesma mesa. Esta é uma das referências mais ancestrais da familiariedade humana pois aí se fazem e se refazem continuamente as relações que sustentam a família (...) Os alimentos são mais que coisas materiais. São sacramentos do encontro e da comunhão. O alimento é apreciado e feito assunto de comentários. A maior alegria da mãe ou da cozinheira é perceber a alegria dos comensais." (Leonardo Boff)
terça-feira, 6 de abril de 2010
Amor em pensamento é Verdade
Amor em ação é Retidão
Amor com sentimento é Paz
Amor com compreensão é Não-violência
Sathya Sai Baba
Só existe uma casta, da Humanidade
Só existe uma linguagem, a linguagem do coração
Só existe uma religião, a religião do amor
Só existe um Deus, e Ele é Onipresente
Sathya Sai Baba
O Homem é uma parte da comunidade humana. A Humanidade é uma parte da natureza. A natureza é um membro de Deus. O homem não reconhece essas inter-relações. Hoje, os homens estão esquecendo suas obrigações. O Cosmo é um organismo integral de partes inter-relacionadas. Quando cada um executa seu dever, os benefícios estão disponíveis para todos. O homem tem direito somente a cumprir suas obrigações e não aos frutos dela. O homem é uma espécie de diretor de palco do que acontece na natureza. Mas, esquecendo de suas responsabilidades, o homem luta por direitos. É tolice lutar por direitos sem cumprir suas obrigações. Todo o caos e todos os conflitos no mundo devem-se ao fato de que os homens terem esquecido suas obrigações. Se todos cunprirem seus deveres diligentemente, o mundo será pacífico e próspero.
Sathya Sai Baba
Amor em ação é Retidão
Amor com sentimento é Paz
Amor com compreensão é Não-violência
Sathya Sai Baba
Só existe uma casta, da Humanidade
Só existe uma linguagem, a linguagem do coração
Só existe uma religião, a religião do amor
Só existe um Deus, e Ele é Onipresente
Sathya Sai Baba
O Homem é uma parte da comunidade humana. A Humanidade é uma parte da natureza. A natureza é um membro de Deus. O homem não reconhece essas inter-relações. Hoje, os homens estão esquecendo suas obrigações. O Cosmo é um organismo integral de partes inter-relacionadas. Quando cada um executa seu dever, os benefícios estão disponíveis para todos. O homem tem direito somente a cumprir suas obrigações e não aos frutos dela. O homem é uma espécie de diretor de palco do que acontece na natureza. Mas, esquecendo de suas responsabilidades, o homem luta por direitos. É tolice lutar por direitos sem cumprir suas obrigações. Todo o caos e todos os conflitos no mundo devem-se ao fato de que os homens terem esquecido suas obrigações. Se todos cunprirem seus deveres diligentemente, o mundo será pacífico e próspero.
Sathya Sai Baba
segunda-feira, 5 de abril de 2010
EDUCAÇÃO PARA O FUTURO...
Por: Gabriela Duarte Francischinelli
Educação para o futuro é a educação que fazemos hoje.
Hoje é o futuro de amanhã. Nossas crianças, os adultos do futuro sonhado.
No mundo sonhado há paz. As pessoas se respeitam e dialogam.
Dialogar com respeito significa consciência de quem fala e de quem ouve: o que vem do coração é dito e uma escuta amorosa realizada.
Contemplar e venerar nos faz reconhecer nossa verdadeira natureza de amor.
Praticar o que se pensa, se sente e se é constroem um cotidiano alegre.
Não julgar é uma prática.
Falar a partir das experiências vivenciadas gera interesse e crescimento.
A certeza de que o amor a tudo cria e transforma anima o despertar.
A relação de respeito pela natureza, pelo outro e consigo próprio surge da prática cotidiana calcada na consciência de seres que se sabem parte dessa linda Teia da Vida.
Comungar o pão, compartilhar o cotidiano, responsabilizar-se pela vigília permanente de si e a cada por do sol agradecer a possibilidade de desenvolver-se na Terra e assim deixar fluir a composição sonora do cosmo através de si como ato de liberdade.
Ciência ao pensar.
Arte ao sentir.
Religiosidade em atos.
Sejamos o futuro sonhado e nos eduquemos e às nossas crianças verdadeiramente como acordes harmoniosos.
Por: Gabriela Duarte Francischinelli
Educação para o futuro é a educação que fazemos hoje.
Hoje é o futuro de amanhã. Nossas crianças, os adultos do futuro sonhado.
No mundo sonhado há paz. As pessoas se respeitam e dialogam.
Dialogar com respeito significa consciência de quem fala e de quem ouve: o que vem do coração é dito e uma escuta amorosa realizada.
Contemplar e venerar nos faz reconhecer nossa verdadeira natureza de amor.
Praticar o que se pensa, se sente e se é constroem um cotidiano alegre.
Não julgar é uma prática.
Falar a partir das experiências vivenciadas gera interesse e crescimento.
A certeza de que o amor a tudo cria e transforma anima o despertar.
A relação de respeito pela natureza, pelo outro e consigo próprio surge da prática cotidiana calcada na consciência de seres que se sabem parte dessa linda Teia da Vida.
Comungar o pão, compartilhar o cotidiano, responsabilizar-se pela vigília permanente de si e a cada por do sol agradecer a possibilidade de desenvolver-se na Terra e assim deixar fluir a composição sonora do cosmo através de si como ato de liberdade.
Ciência ao pensar.
Arte ao sentir.
Religiosidade em atos.
Sejamos o futuro sonhado e nos eduquemos e às nossas crianças verdadeiramente como acordes harmoniosos.
Os sete saberes necessários à educação do futuro

"Todo desenvolvimento verdadeiramente humano significa o desenvolvimento conjunto das autonomias individuais, das participações comunitárias e do sentimento de pertencimento à espécie humana" Edgar Morin
O livro “Os setes saberes necessários a educação do futuro” aborda temas essenciais para a educação contemporânea, que algumas vezes são ignorados ou deixados à margem dos debates sobre a política educacional. A perspectiva da leitura dos Saberes de Edgar Morin enfoca as práticas pedagógicas da atualidade, visando nortear a importância da educação no contexto atual de acordo com os desafios propostos pela atual conjuntura.
Para o autor há sete saberes fundamentais que a educação do futuro deveria abordar em toda sociedade e em toda cultura, segundo os modelos e regras peculiares a cada sociedade e a cada cultura.
Os setes saberes necessários são: as cegueiras do conhecimento: o erro e a ilusão; os princípios do conhecimento pertinente; ensinar a condição humana; ensinar a identidade terrena; enfrentar as incertezas; ensinar a compreensão; a ética do gênero humano.
A evolução do conhecimento científico propiciou a compreensão das certezas, e ao mesmo tempo nos revelou muitas incertezas. Portanto, é essencial que a estrutura educacional, muito mais que acumular conhecimento, ensine o aluno a raciocinar, desenvolver a criatividade, imaginação e o espírito de iniciativa, e consiga entusiasmar o aluno para a aquisição do conhecimento, inserido na conjuntura atual e desafiadora do mundo contemporâneo. Pois é através da reflexão dos tempos atuais que o aluno pode vir a transcender determinados limites, penetrar nas lacunas das certezas e incertezas do conhecimento.Segundo o autor a resposta para tais conflitos humanos e educacionais é a universalização da cidadania, ou seja, o aluno-cidadão precisa aprender a situar-se no seu contexto, de modo crítico e participativo, para não se prestar a manipulações ideológicas dos tempos modernos.
A educação do futuro deverá comprometer-se com a ética da compreensão planetária, engajar-se na escala da humanidade planetária na obra essencial da vida. Civilizar e solidarizar a Terra, transformar a espécie humana em verdadeira humanidade, sendo a concepção de tal educação não somente o progresso, mas a essência e realização da concepção humana em todos os aspectos.
Livro disponível aqui
sábado, 3 de abril de 2010
Experiências de Educação Não Formal

Projetos e oficinas de artes já não são incomuns na cidade de São Paulo, possibilitando acesso às linguagens artísticas nos mais recônditos cantos desta grande metrópole. Mas cabe falar mais especificamente de dois programas que abrem a discussão do ensino-aprendizagem da arte: a EMIA (Escola Municipal de Iniciação Artística, fundada em 1980) que trabalha com crianças e adolescentes e o Núcleo Vocacional, que desde 2001 trabalha com jovens e adultos.
Ambos os projetos públicos criam e recriam, ano após ano, suas formas e experimentos, gerando estudos e pesquisas dos processos de ensino-aprendizagem em arte. Sua busca é a de viabilizar a comunicação estética de seus alunos-criadores, para que possam construir seu próprio caminho, encontrando suas saídas e soluções.
As atitudes de aprovação/desaprovação normalmente presentes no ensino tradicional da arte e nas posturas autoritárias de alguns professores em relação à atuação do aluno, foram substituídas pela percepção de que a arte é uma atividade que exige a energia criadora de todos os envolvidos. Assim, tanto EMIA e Vocacional reconfiguram o lugar comum da educação, despontando como projetos que pensam uma educação para o futuro, mais calcada nos pressupostos de uma pedagogia para a autonomia.
Além disso a EMIA traz uma formação integrada das linguagens artísticas, com dois, três ou quatro professores de diferentes linguagens trabalhando juntos, integrando conceitos, temas, jogos e brincadeiras, iniciando os alunos nas artes, sem separações. Dança, música, teatro e artes visuais, são tratadas como em seus "primórdios", integradas aos fenômenos da natureza e ao rito.
O Núcleo Vocacional também se pretende um amplo projeto artístico-pedagógico, orientando turmas de iniciantes e grupos das linguagens de Teatro, Dança e Música e, a partir de 2010, também de Artes Visuais.
E para que a capilaridade desses projetos seja efetiva, a Secretaria de Cultura em parceria com a Secretaria de Educação tem se utilizado do espaço dos CEUs (Centros de Educação Unificados) para os encontros do Vocacional, além de abrigar o PIÁ - Programa de Iniciação Artística, que é pedagogicamente baseado e coordenado pelos conceitos de integração das artes presentes na EMIA.
Conheça mais desses projetos: aqui e aqui.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
A Curandeira
" A gente (A Confraria das três águas) tem uma frase de referência que não faz parte do texto, mas que diz muito a respeito dele que é: você ja tem dentro de si aquilo que vai conhecer.
... e acho que A Curandeira tem um pouco essa proposta também que é de cada um relembrar o que de mais precioso tem dentro de si" Adriana Fortes, autora e atriz de A Curandeira.
Uma curandeira oferece poções para o corpo e sabedorias para a alma, com a ajuda de histórias e poemas.
Confraria das Três Águas. Texto e interpretação: Adriana Fortes. Dir.: Melani Halpern.
... e acho que A Curandeira tem um pouco essa proposta também que é de cada um relembrar o que de mais precioso tem dentro de si" Adriana Fortes, autora e atriz de A Curandeira.
Uma curandeira oferece poções para o corpo e sabedorias para a alma, com a ajuda de histórias e poemas.
Confraria das Três Águas. Texto e interpretação: Adriana Fortes. Dir.: Melani Halpern.
Para saber mais: aqui
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